Carregando...

02 de fevereiro de 2026
Eu idealizei a Vida na Montanha no final de 2022.
Na época, eu estava construindo o que o senso comum chama de uma vida de sucesso. Nos 3 anos anteriores, eu havia construído diversas áreas da startup Pier Seguradora e encerrei minha história lá gerenciando um time de 45 pessoas.
Mas o que era visto como sucesso pela sociedade e pelos meus pares estava longe da minha definição de sucesso na vida.
Pra mim, sucesso é terminar a vida sabendo que eu:
1) adquiri autoconhecimento e consegui me transformar continuamente, encontrando unidade na minha relação comigo e com o mundo;
2) usei esse processo como ferramenta que auxilie no meu progresso e no da sociedade.
E a forma que encontrei de fazer isso foi através da Vida na Montanha — uma empresa de expedições de montanha e trekking guiado para quem busca mais do que paisagem: busca presença.
Se você quiser ir direto para as próximas saídas: ver calendário de expedições.
Eu respeito o caminho que eu trilhei. Construir times, processos e áreas inteiras dentro de uma empresa é uma escola dura — e valiosa.
Mas, em algum momento, eu percebi uma coisa simples:
o sucesso que eu estava vivendo não era o sucesso que eu queria lembrar no final da vida.
Eu queria uma vida em que crescimento interno e impacto externo não fossem duas coisas separadas.
Pra mim, sucesso não é só conquista. É unidade.
É eu terminar a vida sabendo que eu:
Esse é o norte. E esse norte ganhou forma através do montanhismo.
A montanha me trouxe crescimento de três formas. Não em teoria. No corpo. Na mente. E na escolha.
Conseguir vivenciar paisagens em que só é possível vê-las gastando energia e se superando fisicamente é uma sensação transformadora.
Você passa a apreciar e dar mais valor a si mesmo e, ao mesmo tempo, se torna mais humilde.
O sofrimento físico e mental te modela — e a contemplação da imensidão e beleza da natureza te permite entender o divino dentro de você, no humano ao seu lado e no universo.

Durante as caminhadas, você é obrigado a conviver com o silêncio e a ouvir a sua própria voz interior — amplamente silenciada pelo mundo moderno, redes sociais e excesso de estímulos que embriagam a mente.
E quando você ouve a própria voz e aprende a conversar consigo mesmo, você ganha um novo nível de lucidez mental.
E isso te transforma.
Na trilha, o barulho diminui. E o que sobra é você.

Por fim, a montanha te ensina a avaliar melhor a bagagem que você quer carregar consigo: a física e a mental.
Você aprende que suas escolhas têm consequências e começa a distinguir com mais sabedoria o que é importante do que é apêndice.
E você aprende a valorizar o simples:
a pouca água disponível pra beber.
o alimento que sustenta.
o corpo que responde.
Algo pouco valorizado nas cidades, porque vivemos como se tudo fosse ilimitado. E não é.

Essas reflexões me fizeram ver algo com clareza:
a sociedade precisa de experiências que criem transformação real — não só distração.
E eu percebi que eu podia servir esse processo criando um ambiente seguro e bem planejado para que a pessoa viva o que a montanha naturalmente oferece:
A Vida na Montanha nasce daí.

Se você quiser entender melhor nossos valores e o jeito que a gente conduz grupos: Quem Somos.
A Vida na Montanha organiza expedições de trekking em alguns dos lugares mais marcantes da América do Sul — com foco em presença, segurança e grupos pequenos.
Hoje, algumas das jornadas que representam bem essa essência são:
Para ver datas e disponibilidade: Calendário de Expedições.
A Vida na Montanha é pra quem:
E não é pra quem:
A gente existe pra tirar da sua frente o que atrapalha a experiência: logística, decisões difíceis, curadoria, organização e segurança.
Você entra pra viver o que importa: caminhar, respirar, olhar, ouvir.
Leitura recomendada (pra chegar mais confiante): Preparação física para trekking
Não. A gente organiza expedições de trekking com curadoria e propósito. O foco não é volume. É qualidade de experiência, segurança e presença.
Depende do roteiro. Existem jornadas mais acessíveis e outras mais exigentes. O ideal é olhar a página da expedição e entender o nível físico e técnico.
Sim. A preparação é parte da experiência. Veja como funciona aqui: Preparação física para trekking.
Se você está em dúvida, comece pelo calendário e leia a essência de cada jornada: Calendário.
No fim, tudo volta pro começo.
A maior métrica da Vida na Montanha é saber quantos seres humanos se transformaram durante uma expedição.
Essa é a minha definição de sucesso.
Se a Vida está te chamando, começa por aqui: Ver expedições
Pronto para a próxima trilha?